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Rendas de Bilros de Vila do Conde no Dia Nacional do Mar

Vila do Conde é cidade de gentes do mar e de tradições que a faina deixou em terra. Prova disso são as rendilheiras e a ancestral arte de dedilhar os bilros.

A renda de bilros é a memória viva de um tempo em que as mulheres procuraram novas formas de sustento, enquanto os homens tentavam a sorte no mar.

As Rendas de Bilros de Vila do Conde são um património cultural e artesanal com origens que remontam ao século XVI, estando esta arte ligada à história da comunidade piscatória da cidade. Desde o século XVI, as rendilheiras de Vila do Conde guardam este saber com orgulho.

Hoje, Vila do Conde é um dos mais relevantes centros de produção de rendas de bilros, com um museu dedicado a esta arte, uma escola para formar novas rendilheiras e a honra de deter, desde agosto 2015, o recorde da Maior Renda de Bilros do Mundo.

Museu das Rendas de Bilros

O Dia Nacional do Mar é uma data comemorativa da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, que entrou em vigor a 16 de novembro de 1994, tendo sido ratificada por Portugal a 14 de outubro de 1997.

Em Vila do Conde, o mar fala nas ondas que embalam a memória, nas mãos que entrelaçam fios, nas histórias que o tempo tece entre redes e rendas.